quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Parte 02 - A restauração do Del Rey 87/88 de Ben-Hur.


Dando continuidade à história do Del Rey 87/88 do Ben-Hur, de Porto Alegre – RS, o blog do Ford Del Rey traz a 2ª fase dos trabalhos da detalhada restauração.

“Boa noite, leitores do Blog do Del Rey,
Nestes últimos dias que passou deixamos a parte de baixo pronta para a pintura. Só estamos esperando passar a chuva que começou essa semana. A mecânica, eu já estou com tudo comprado e com as peças pintadas em eletrostática, só falta pegar as peças na zincagem e começar a montar. Depois de pintado o assoalho começaremos a montar os conjuntos de suspensão e freio na carroceria.
Segue fotos do serviço de funilaria e preparação para pintura.
Abraços a todos,
Ben-Hur.”  












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domingo, 20 de outubro de 2013

Encontro Del Rey’s no Parque da Moóca - SP.


Como disse Marcelo Toledo, um dia tinha que acontecer! E aconteceu! 
No último domingo, dia 20 de outubro, os amantes do Ford Del Rey marcaram presença no 14° Encontro Mensal de Veículos Antigos
A turma chegou cedo e alinhou as “preciosidades” para a apreciação dos amantes de automóveis antigos no Parque da Mooca, em São Paulo, local de exposição dos veículos.

Parabéns, galera! É o Ford Del Rey fazendo bonito nos encontros pelo Brasil a fora!







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domingo, 13 de outubro de 2013

Parte 01 - A bela história de Ben-Hur e seu Del Rey 87/88.

Hoje o blog do Ford Del Rey traz a história do Del Rey 87/88 do Ben-Hur, de Porto Alegre – RS. A partir de hoje, todos os amigos leitores poderão acompanhar o trabalho de restauração detalhada deste belo exemplar. 






Segue abaixo a história da entrada deste belo Del Rey 87/88 na vida de Bem-Hur:

“Bom, o Del Rey entrou aqui em casa da seguinte forma:
Eu e meu primo Glécio somos sócios de uma firma chamada Comércio Novo Mundo Vemag e há doze anos nós produzimos, estocamos e vendemos peças de reposição DKW-VEMAG para todo MERCOSUL. Também vendemos FIAT para frotistas. Gostamos de carros antigos e temos alguns guardados, cada um com sua história. 
Então meu trabalho exige muitas viagens Brasil e Argentina, pois muitas peças são fabricadas através das matrizes que tenho em casa e cada vez que encomendamos lotes (pequenos, pois é para DKW ehehehe) eu vou pessoalmente na fábrica e pelo caminho vou visitando meus clientes e amigos de carros antigos.
Muitas dessas viagens fiz de VEMAG Belcar RIO 1965. Fui terceiro dono desse carro e conheci os dois primeiros, fiquei com ele por quinze anos. Mas tivemos nossa empresa-casa assaltada em 2010 e problemas sérios com a saúde de meus pais e vendi alguns antigos que tinha e me apareceu uma oferta boa para o Belcar, que por muitos anos de uso em estradas necessitava já uma restauração completa. Fazendo as contas, era mais econômico para mim montar um outro Belcar que tenho em CKD comprado há muitos anos atrás. Com isso fiquei sem meu “antigo de confiança” e econômico para viagens. Os outros antigos que tenho não uso para viagens longas.



Agora em março passado, fui para Curitiba com nosso Fiat Marea Turbo (minha outra paixão - somente 50.000 km). Tinha revisado na Fiat, tudo como manda o figurino (só faço a revisão dele na Fiat) e na volta para Porto Alegre o carro começou a falhar e acredite, vim de Joinville-SC para casa andando a 60-80 km/h num carro com mecânica de 300 CV.
Nesse passeio de vovô, começamos a falar: que bom era o Del Rey Ghia de meu falecido avô! Viajávamos todos para SP de férias, nunca deu problema. E que conforto! O ar condicionado era uma maravilha. Entre os anos de 1978 e 1991 ele teve somente Corcel, Del Rey e Belina - eu cresci nesses carros, eheheh.
No caso do Marea, quando trocaram o filtro da bomba de gasolina não apertaram bem a abraçadeira que tem na mangueira do pescador e ela caiu para dentro do tanque, com isso ela puxava pouca gasolina e não mantinha o sistema pressurizado. E fazer o que em carro novo? NADA, pois tudo exige aparelhos eletrônicos e muita mão-de-obra especializada. Também tenho uma IDEA 2010, mas tudo mesma coisa, pifou eu não posso arrumar...




Encuquei com o Del Rey, que esse seria meu próximo carro de viagem e que esse eu arrumo em casa. E como temos um FORD FALCON 1973 único-dono, sei que a FORD antiga fabricava carros duráveis e confiáveis.
Comecei a procurar Del Rey GHIA, porém com ar condicionado, quatro portas e 1.8. Só achava lixo e com valores absurdos.
Então fui vendo como estava o mercado de peças de reposição para o Del Rey e resolvi comprar um de duas portas, menos coisas para manter e como viajo sempre com duas ou três pessoas, problema resolvido. E o motor? 1.6 ou 1.8? Fiquei com o CHT econômico, pequeno, confiável, eu mesmo faço o serviço de revisão e muito valente.
Passaram uns dois meses e um amigo meu me falou de um Ghia completo que estava em Guaporé - aqui na nossa serra gaúcha - guardado em uma garagem, que rodava muito pouco e estava para vender. Esse meu amigo me mandou fotos e como parecia um carro alinhado entrei em contato com o dono - que era segundo dono do carro – e fui vê-lo.
Cheguei em Guaporé e realmente o carro tinha 132.000 km, com as revisões até os 90.000 na Ford, carro que saia da garagem uma ou duas vezes por cada seis meses. Acertados valores (bom negociante é aquele que pechincha,eheheh) e comprei o carro. O dono veio até Porto Alegre e para me entregou o Del Rey. Até aí maravilha, só que como tú deves saber, carro guardado é ótimo de lata, mas mecânica é tudo trancado. Peguei ele e fui para a oficina de um amigo onde montamos sempre nossos antigos juntos, pois ele faz a parte de funilaria e pintura e eu a parte mecânica e analisamos. 




Primeiro uma lavagem para tirar a terra vermelha que tem no interior do nosso estado e depois desarmar a mecânica.
Só que, como estou fazendo esse carro para mim, a revisão virou restauração e resolvemos desarmar todo o carro e dar um banho geral de tinta, pois muitas partes estavam manchadas pelo barro e com salpique de pedras. Passei essa semana toda em volta dele! Consegui todas as peças originais Ford ou de marcas de linha de montagem e estou fazendo tudo novo. Comprei todos os parafusos, porcas e arruelas iguais as originais (mandei zincar tudo conforme o original) todas as peças de suspensão e freio, mandei revisar a caixa num primo meu que só trabalha com caixa de cambio (vamos trocar os sincronizados, pois a segunda e terceira marchas estão arranhando na troca rápida) e todo o restante.





O motor tem somente 6.000 km, já que o antigo dono levou na Ford de Guaporé e fizeram todo novo. Ele me passou a nota com a garantia válida até abril de 2014. Tu acredita que sorte eu tive?
Estou montando um álbum de fotos com todos os passos da restauração, pois meus amigos todos me cobram que nunca faço um histórico do serviço, então como estou fazendo o Del Rey e começando a montar meu Belcar 1964 1°série, comecei a fotografar tudo, até porque esses são para uso próprio sem chance de venda, eheheh.
À noite, depois das 23h00, estou sempre em casa mexendo nas minhas peças ou nos orçamentos. Mando anexo umas fotos do serviço dessa semana. Conforme for fazendo o carro te envio fotos para tu veres como esta ficando.”

Bem-Hur pede a todos os amigos leitores que se notarem alguma coisa montada fora do original para avisá-lo. Nesta fase de montagem, críticas e sugestões serão sempre bem vindas nesta fase de montagem para que ele possa se corrigir os erros.

Portanto amigos, todos os leitores poderão acompanhar os trabalhos no Del Rey do Bem-Hur aqui no blog. Quem quiser participar, é só deixar comentários na própria postagem, vlw!

domingo, 8 de setembro de 2013

Solução para a fixação da placa dianteira no Del Rey.

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Acompanhei a poucos dias no grupo do Ford Del Rey no facebook um bate-papo sobre como resolver o problema das novas placas do DETRAN que não se encaixam no rebaixo do borrachão do pára-choque dianteiro, já que a área original fora projetada para as antigas placas amarelas de duas letras, mais estreitas, o que acaba amassando as pontas da nova placa, além de esteticamente ficar bem feio.
Encontrei uma solução para não ter que amassar as beiradas das novas placas sem ter que mexer no borrachão ou fazer placa sob medida.
Basta utilizar parafusos de fixação mais compridos acrescentando duas pequenas buchas, no meu caso utilizei tubo de PVC. As placas ficam um pouco mais para fora em relação ao rebaixo, porém não ultrapassa o limite do borrachão.

Gostei do resultado e resolvi compartilhar com os amigos do Ford Del Rey. Quem gostar, fica a dica, valeu!
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sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Com vocês, o Del Rey Ouro 84 do Gabriel Campos!

Este é o "Dino", o Delreyzão do Gabriel Campos, de Curitiba - PR.


Que os automóveis antigos despertam grandes paixões, muitos de nós já sabemos. Mas, contrariando aqueles que afirmam que a febre da paixão pelos carros antigos só dá em “velhos”, eis que ela desperta no jovem Gabriel Campos, de Curitiba - PR. E quando isso acontece é mais legal ainda! Conheça a história do “Dino”, o Del Rey Ouro do Gabriel:

A minha história com meu Del Rey Ouro 84 começou a mais ou menos 4 anos, quando meu pai o comprou descompromissadamente. Não havia ali nenhum interesse afetivo de meu pai com o Del Rey, seria apenas um investimento de momento. Veio então o interesse em vendê-lo, mas o tempo foi passando e não apareciam interessados em comprar aquele belo Ford, que continuava lá, paradinho na nossa garagem. Sem conseguir vendê-lo, meu pai então resolveu dar o carro de presente para o meu avô, que “foi ficando” com o carro por mais um bom tempo.

Enquanto isso, há mais ou menos 2 anos comecei a trabalhar e como todo adolescente, queria ter o meu próprio carro e o Del Rey Ouro estava ali, quase sem dono, porque meu avô tinha outro carro e não se importava muito com o “velho” Del Rey.
Aí veio o grande dia! Meu avô resolveu me dar o “Delreyzão” de presente, mas eu só o aceitei para ter um carro, porque naquele momento eu queria e gostava mesmo era de outros tipos de carros, mais modernos, enfim... Cheguei até a anunciá-lo em vários sites de compra e venda de carros, mas ninguém queria comprar, até que comecei a visitar umas paginas do Del Rey na net e vi que se tratava de um lindo clássico, que merecia ser muito bem cuidado.

A partir de então, sempre que era possível, dava umas voltas com ele pelas ruas de meu bairro ''sem meu pai saber''. Foi nestes pequenos passeios que começou nossa história juntos! A cada volta com o Série Ouro, percebia que gostava cada vez mais do carro. Vi que existia uma química entre eu e ele e resolvi não vendê-lo mais. A partir de então, comecei a pensar em como e o que fazer para que o Del Rey ficasse realmente bonito. Alguns amigos começaram a dar idéias para reformar e equipar ele, principalmente meu amigo Lucas. Deram até um apelido: "Dino".

Vi que o “menino” estava precisando de atenção e resolvi iniciar um trabalho de reforma no Dino. Comecei pelas rodas, já que ele possuía rodas de liga, mas que não eram as originais do Del Rey Ouro 84. Passei a observar os detalhes daquele carrão, como o próprio manual do usuário, que ainda o acompanha. Fui então atrás de rodas originais, que já estão no Dino após passarem por bela reforma. Também já estou na garimpagem de peças originais do Del Rey Ouro 84, como as lanternas traseiras originais. Agora início a parte que considero mais delicada e importante: a reforma completa do Dino no latoeiro. No momento ele não está muito bonito para fotos, pois já troquei as portas dele por novas azuis, já que não valia mais a pena reformar as antigas. Sei que vai ser um trabalho demorado, mas quero ver meu Del Rey literalmente “parando o trânsito” por onde passar.
Assim que a reforma do Delreyzão terminar envio novas fotos, valeu! 
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Valeu, Gabriel! Estaremos esperando!
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Aqui, ainda com as rodas não originais de liga.
Roda, chaves e Manual do Proprietário do "Dino".

Após muita procura, coloquei as rodinhas originais.
Depois de tanto tempo, até que enfim rodinhas pintadas.
Nas fotos acima e abaixo, começando os trabalhos de reforma do "Dino". Portas trocadas e muito trabalho pela frente.
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